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Conhecida também como Losna - é o ingrediente principal da legendária bebida Absinto. Foi inventada em 1872 por um médico francês. Criada para efeitos medicinais tornou-se muito popular como bebida recreativa. Era o licor preferido de Van Gogh, Rimbaud, Baudelaire, Toulouse-Lautrec entre outros. Inicialmente chamada de “fada verde” ou “deusa verde” e posteriormente “a praga” ou “a rainha dos venenos”. O absinto é um estimulante psíquico. O seu efeito é narcótico, levemente anestésico, e proporciona uma sensação de paz e relaxamento. Se misturado com álcool ou tomado em doses elevadas pode causar alucinações e efeitos não muito agradáveis.
Tem fins psicoativos e medicinais, e tem sido usada contra o reumatismo, a gota e o verme solitária (Tapeworm ou Tênia solium), sendo daí que surgiu a denominação inglesa de ”wormwood”. O chá de absinto tem um efeito positivo durante os períodos de pós-gripe e pós-infecciosos e também aumenta o apetite. Recentemente, sugeriu-se que a tuiona seria ativa sobre os mesmos receptores cerebrais do tetra-hidrocanabinol, o princípio ativo da maconha. No entanto, verificou-se que a ativação dos receptores canabinóides pela tuiona é muito fraca. Na verdade, experimentos publicados neste ano indicam que a tuiona é um modulador do receptor tipo A do ácido gama-aminobutírico. O absinto é uma planta de sabor amargo e aspecto delgado, com folhas verde-cinza e pequenas flores amarelas. Em 1915 a produção do licor foi proibida, mas voltou a ser recentemente legalizada em todos os países europeus. Seu princípio ativo é a Tuiona que a união européia limita sua quantidade a 10 partes por milhão (PPM). Em doses elevadas, os chás e outros preparados a partir desta planta podem provocar tremores, convulsões, tonturas e até delírios. No século XIX, registrou-se vários casos de intoxicações e até mortes provocadas pelo uso de um licor obtido pela maceração do absinto em álcool. Na maior parte das vezes, o licor de absinto era usado como alucinógeno e não com finalidades medicinais. Uma maneira normal de tomar o absinto é em chá. Embebe uma colher de chá num copo de água quente (sem ferver). O chá tem um sabor amargo, mas não pode evitá-lo. Pode misturar-lhe uma folha de hortelã ou anis. Não junte açúcar ao chá. Para preparar o licor junte 40 gramas de absinto a meio litro de uma bebida forte (por exemplo: licor de anis ou Arak) e deixe descansar por aproximadamente cinco dias, e depois de filtrada a mistura, a bebida está pronta. Prova primeiro um pequeno cálice para ter a certeza da dosagem. O absinto pode ser venenoso em doses altas. O uso intenso e prolongado pode causar habituação, declínio físico e mental e provocar nervosismo, ansiedade e cãibras.
Doses altas podem causar dores de cabeça e tonturas. Doses mais altas são psicoativas e têm efeitos paralisantes. A overdose causa diarréia, perda da consciência. Depois de preparares o licor, toma primeiro um pequeno cálice e espera cerca de uma hora pelo efeito. Tenta novamente noutra oportunidade. É melhor dosear a menos e sem efeitos, do que demais se arriscando a envenenamento ou vômitos. Não conduza veículos motorizados sob a influência do absinto. O absinto é famoso desde tempos muito antigos, pelas suas virtudes medicinais, sendo inclusive citado num papiro egípcio que data de 1.600 a.C. |