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Conheça as bebidas mais caras do mundo |
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Quando o assunto são as bebidas produzidas com requinte e qualidade, não existe crise que derrube o mercado delas.
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Produzido na França, tem teor alcoólico de 13% e custa R$ 45 mil a garrafa.
É caro porque é produzido numa vinícola que só produz uvas raras e que ocupa um espaço de apenas 1,8 hectare - mais ou menos um campo de futebol - ou seja, são pouquíssimas uvas para a fabricação dele.
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Produzida no México , tem teor alcoólico de 40% e custa R$ 507 mil a garrafa.
A Pasion Azteca custa tanto porque é feita a partir da seiva do agave-azul, uma planta típica do México. Mas não é o sabor que interessa. O que vale aqui é o embrulho: O recipiente é feito de platina e ouro. Também dá para encontrar versões mais “modestas”, de outro e prata, por cerca de R$ 10 mil.
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Produzida na França, tem teor alcoólico de 12,35% e custa R$ 619 mil a garrafa - o que equivale a R$ 101 mil cada taça.
Custa caro porque só existem 2 mil garrafas no mundo. Em 1916, um navio partiu da França para a Rússia com 3 mil garrafas de champanhe para o Czar, mas acabou naufragando. Em 1997, foram encontrados os destroços do navio com as 2 mil . Ela é vendida no Hotel Ritz-Carlton de Moscou.
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Produzido na Escócia, tem teor alcoólico de 42,6% e custa R$ 122 mil a garrafa.
É caro porque é envelhecido em barris de carvalho e também porque é um dos mais apreciados do mundo, Para provar é só comparecer no bar do Borgata Hotel Casino & SPA, em Atlantic City, nos EUA. E é bom estar com sorte no cassino: Uma dose sai por R$ 7,4 mil.
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Produzido no Japão, tem teor alcoólico de 16%. Custa R$ 1,1 mil a garrafa.
É caro porque para classificar o saquê os grãos são polidos até ficarem com metade do tamanho . O grão é de um tipo raríssimo tão fino que é praticamente cultivado de um a um.
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Apesar de ser vodka, ela é produzida na Escócia e não na Rússia. Tem teor alcoólico de 40% e custa R$ 2,2 milhões a garrafa.
É cara por causa do processo especial de filtragem. Em uma das etapas, ela passa por uma “areia” feita de pedras preciosas moídas, como diamantes, rubis e esmeraldas. O cliente ainda pode escolher as pedras que vão no tubo que enfeita o miolo da garrafa.
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Produzida nos EUA, tem teor alcoólico de 25% e custa R$ 1,2 mil o copo.
É cara porque é feita a partir de uma seleção especial de lúpulos e é cara também pela embalagem: A cerveja é vendida em uma garrafa de cobre, imitando uma tradição dos primeiros cervejeiros.
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Produzido na Jamaica , tem teor alcoólico de 63% e custa R$ 122 mil a garrafa.
É caro porque na década de 1940, era moda um coquetel chamado “Mai Tai”, com rum na fórmula. As destilarias de rum vendiam tanto que nem tinham tempo para envelhecer o run. Poucas unidades desta safra da destilaria Wray and Nephew, guardaram a valiosa mistura dos runs da época.
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| Pois é amigos, vamos ter que trabalhar um "pouquinho" mais se quizermos colocar em prática nossos bons gostos. Para os apreciadores de uma boa bebida e a todos ostentadores de plantão. foi um prazer poder descrever neste artigo as garrafinhas mais valiosas do mundo, agora me diga... Se dinheiro não fosse o problema qual das 8 bebidas acima você tomaria? |
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