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Como as midias digitais poderiam influenciar as eleições do Brasil em 2010 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rafael Azevêdo   
Seg, 23 de Agosto de 2010 19:32
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O Brasil apesar de todo crescimento econômico percebido nos últimos 8 anos durante o governo do atual presidente Lula, ainda é considerado uma pais emergente, isto é, em fase de transição entre as classes de subdesenvolvimento e pais de primeiro mundo. Achei interessante dar ênfase neste conteúdo, porquê se estamos caminhando para o progresso devemos nos comparar com uma grande potência mundial.

A eleição Norte-Americana de 2008 mostrou na prática um novo jeito de se fazer campanha, de tal forma que políticos e eleitores poderiam interagir de maneira diferente. Um dos grandes fatores que tornaram emocionante a candidatura à presidencia da república dos Estados Unidos foi que Barack Obama tinha menos recursos e menos disposição na mídia contra Hillary Clinton e mesmo assim, conseguiu reverter essa situação não só por causa do carisma e das mensagens pessoais conforme ele tratava os eleitores, mas também pelo forte trabalho de base que pôde ser realizado e dessiminado em grande escala através das ferramentas eletrônicas disponíveis na internet.
 
Em determinados momentos o meio de comunicação teve muita importância para o sucesso do candidato, a exemplo do John Kennedy que utilizou-se dos artifícios televisivos e Franklin Roosevelt que fez a diferença através do rádio. Obama é o primeiro presidente da era digital bem sucedido, um verdadeiro marco histórico, entretanto não é considerado o precursor do uso dessas novas tecnologias, Howard Dean candidato a governador de Vermont/EUA antes mesmo de Obama e sem conhecimentos técnicos, soube transformar a rede mundial em palanque, ponto de encontro e canal para doações.

“O Dean entendeu o que era preciso fazer, porém havia chegado a presidência dos Estados Unidos se não fosse um pequeno detalhe: ainda não tinha gente suficiente online nos EUA que desse massa para aquele movimento criado na web se concretizar numa vitória eleitoral” comenta Pedro Dória, Editor Chefe de conteúdos digitais do Grupo Estado.

“A mídia social em sí tem um papel muito importante, ela humaniza o candidato, isto é aproxima o candidato do eleitor gerando carinho, aproximação, um senso de propriedade da figura pública e o eleitor” comenta Rodrigo Teixeira coordenador de campanhas digitais.

Confira abaixo as mais importantes atividades políticas realizadas por Barack Obama através das mídias digitais:
750 Milhões foram arrecadados, sendo que 67% proviniente da internet
Mais de 1.800 vídeos cadastrados no canal do YouTube com quase 23 milhões de visualizações
2.260.689 seguidores no Twiiter
Foram mais de 500 grupos criados no Facebook e quase 7 milhões de amigos
Mais de 2 milhões de perfis criados no mybarackobama.com e 200 mil eventos organizados pelos colaboradores
Ao todo, o candidato estava presente em mais de 16 redes sociais na web

A diferença é que o Obama não estava utilizando a web para brincar de interação, isto era o que a Hillary, McCain e os demais candidatos estavam fazendo, o atual presidente dos EUA é considerado um verdadeiro ativista do uso das mídias digitais para o sucesso de uma campanha política.

Seguindo o modelo acima, fazemos o uso das mais modernas técnicas de marketing digital voltado para o segmento político e em forma de ação social, apoiamos ideologias partidárias que realmente valorizem o bem da sociedade. Diante mão, convido a todos a conhecerem o recém-lançado portal político desenvolvido pela equipe Máquina Local, em apoio ao candidato a Deputado Federal Abelardo Jurema que disponibiliza um valioso acervo para quem deseja tornar o seu  voto mais consciênte e acredita que, só assim, através da informação teremos um Brasil melhor.
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Última atualização em Seg, 23 de Agosto de 2010 20:08
 
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